Desde 2002 produzimos e aplicamos conhecimento para tornar as organizações, os territórios e as pessoas mais inovadores, sustentáveis e produtivos.
Não temos fins lucrativos. Fazemos consultoria de inovação para organizações grandes e médias de todo o mundo; e, com os nossos próprios recursos ou em parceria com outros, investimos na habitabilidade de bairros com valor cultural ou histórico de povoações em tensão demográfica e no desenvolvimento produtivo sustentável e não invasivo do mundo rural.
Selecionamos diariamente informações de dezenas de milhares de fontes diferentes, combinando a potência da IA e a visão dos nossos analistas.
Relacionamos a informação recolhida entre si e ao longo do tempo, desenvolvendo conceitos e quadros de leitura para compreender como as transformações em curso afetam os nossos clientes.
Aproximamo-nos das necessidades atuais do cliente com os olhos dos futuros que aí vêm, para propor um projeto centrado em ações concretas, com resultados mensuráveis e impacto nos seus objetivos.
Criamos as equipas de que o projeto resultante necessita, desenvolvemos as ferramentas tecnológicas e organizativas necessárias, implementamo-las, damos formação, entregamos e avaliamos resultados.
Confiaram em nós grandes e médias empresas, administrações públicas e grandes fundações de Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos, Japão, México, Brasil, Uruguai, Argentina e Chile.
Construir um legado é criar as bases que permitam que uma causa ou uma necessidade social nunca fiquem órfãs.
Aconselhamos localidades, organizações, famílias e pessoas no processo de construção de um legado social, ecológico ou histórico-patrimonial que as identifique e contribua realmente para o seu meio.
Nos projetos de construção de legado começamos pela concretização da vontade fundacional, a elaboração de estatutos e o desenho do modelo de impacto, para depois acompanhar o desenvolvimento de atividades e alianças da fundação até alcançar a plena sustentabilidade e os seus objetivos de impacto.
Aconselhamos fundações no desenho estratégico de programas e projetos, na sua implementação no território e na incorporação de linhas de inovação. Ajudamos também a desenhar linhas de trabalho que facilitem a sustentabilidade económica da vontade fundacional, o desenho de fontes de receita e de serviços comercializáveis.
Recuperamos espaços patrimoniais, tanto urbanos como naturais, para lhes dar usos produtivos e habitabilidade.
Por exemplo, em Burguillos del Cerro reabilitamos casas patrimoniais no centro histórico, explorando novos caminhos para a habitação acessível sob formas cooperativas e o aproveitamento turístico não invasivo.
Entretanto, a menos de 8 km, nas hortas de Valverde de Burguillos, povoação de referência tradicional na cultura da água, estamos a transformar La Candela, uma parcela em desuso dedicada desde sempre à pecuária ibérica, à oliveira e à horta, numa quinta experimental de tecnologias para a sustentabilidade; testando e formando equipas em tecnologias digitais para a agricultura e na recuperação de técnicas arquitetónicas tradicionais. Queremos construir nela um centro de formação especializado em todas as dimensões da sustentabilidade rural.
Não temos fins lucrativos, por isso a sustentabilidade económica é o meio para o nosso objetivo: a sustentabilidade demográfica das nossas povoações e do seu meio.
Desenvolvemos serviços digitais, software e hardware livres sob a Licença Pública da União Europeia v1.2, para que os trabalhadores independentes, as microempresas, as PME e as organizações sociais do meio rural tenham acesso à tecnologia mais recente, desde a fatura eletrónica a interfaces à medida para adaptar os modelos de IA de ponta às suas necessidades competitivas ou à internacionalização.
Acompanhamos grupos emergentes que desejam transformar necessidades locais em negócios sustentáveis e democráticos. Além da formação em ferramentas reais que permitem a pequenos grupos organizar-se, formalizar-se e gerir projetos económicos cooperativos com sentido e eficácia, acrescentamos um trabalho de counseling com os empreendedores cooperativos, as suas famílias e o meio envolvente, para que os empreendedores melhorem o seu funcionamento e façam da sua cooperativa uma parte do metabolismo familiar e coletivo.
Durante mais de duas décadas apurámos um modelo cooperativo sólido que nos serviu para crescer de forma sustentável e garantir que o nosso trabalho tem o máximo impacto.
O nosso objetivo: Contribuir para o bem-estar e a restauração da comunidade humana e da sua relação com a Natureza -de que faz parte- através do trabalho e do conhecimento que o sustenta.
O nosso desafio: Converter as novas tecnologias sustentáveis e as novas formas de organização do trabalho e do espaço em ferramentas para o repovoamento sustentável do mundo rural por meios cooperativos.
A nossa aposta: A capacidade de transformação da comunidade organizada.
Somos fundadores da Fundación Repoblación, dedicada à revitalização do meio rural em crise demográfica, e da Tarongers Foundation, que dá formação para a participação democrática como forma de melhorar o tecido social e a sua qualidade institucional; somos coordenadores do grupo «Rural depopulation and repopulation» do Rural Pact da UE; e parceiros da New European Bauhaus.
1 Pela nossa visão do cooperativismo. Hoje em dia o discurso dominante sobre o cooperativismo reduz-o a uma «forma jurídica» ou a uma «fórmula empreendedora». É uma visão minimalista que reduz o significado das cooperativas ao mínimo que as torna reconhecíveis. A nossa visão do cooperativismo, porém, é maximalista: para nós é um modo de viver, de nos comprometermos com a comunidade e a sociedade em que vivemos e, sobretudo, de reivindicar a centralidade do trabalho para alentar vidas melhores e um melhor modo de viver.
2 Pelo nosso papel no mercado. Depois da crise de 2008, a necessidade de reduzir riscos levou à redução dos orçamentos de inovação e impacto social. Muitas empresas começaram a pedir projetos «com as funcionalidades mínimas». O resultado agregado daquela reação traduz-se, 15 anos mais tarde, no atraso europeu em inovação, digitalização e produtividade. O nosso compromisso com os clientes é ir além do «mínimo viável» e maximizar os resultados verificáveis dos projetos. O risco vence-se inovando.
3 Pelo nosso compromisso estético. O minimalismo estético e o funcionalismo extremo são expressões da mesma autorrestrição que nos condena à mediocridade e ao sentimento de alheamento. Na prática acabam por criar ambientes físicos e virtuais frios, desumanizados e homogéneos. Perante isso reivindicamos as estéticas e os materiais tradicionais, o uso da cor e da decoração, a alegria e o sentimento de pertença. A usabilidade não tem de estar em conflito com a inspiração e a criatividade. Porque o trabalho, o conhecimento e a vida, quando são frutíferos, devem ser celebrados.
4 Pela nossa maneira de pensar e de fazer. A modéstia é uma virtude indispensável no trato interpessoal, mas uma armadilha quando se trata de fixar objetivos e selecionar meios. Por baixo dos objetivos de cada projeto está o bem-estar de pessoas reais que merecem que os esforços não fiquem aquém. Por isso concebemos cada projeto a partir de objetivos ambiciosos a longo prazo e executamo-lo com os melhores meios disponíveis. Do nosso ponto de vista, o peixe pequeno merece a frigideira grande.